Carros movido a ar comprimido.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Carros movido a ar comprimido.

A sociedade dos nossos dias ainda depende em grande percentagem de recursos energéticos não renováveis como o petróleo, o carvão e o gás natural, aos quais se prevê um prazo de esgotamento se for mantido o nível de consumo actual. Por isso assistimos a um aumento da eficiência das máquinas e à substituição progressiva das energias dos combustíveis fósseis por energias renováveis. As principais fontes que geram energias renováveis são o sol (energia solar), a matéria orgãnica de origem animal e vegetal (biomassa), os rios (energia eléctrica e mecânica), o calor que existe no interior da Terra (energia geotérmica), o movimento das marés, das correntes, a energia das ondas (energias provenientes do mar) e a força dos ventos (energia eólica). As principais vantagens das energias renováveis são a sua grande abundância (sem ser explorada), a sua inesgotabilidade e o facto de terem poucos efeitos negativos sobre o ambiente. A preocupação com os desequilíbrios ambientais, cujas previsões futuras apontam para resultados catastróficos, faz com que as empresas e a sociedade em geral optem cada vez mais por tecnologias disponíveis que aplicam essas novas energias, com a consciência de estarmos a contribuir para um mundo mais saudável e equilibrado.

Depois de catorze anos de estudos, Guy Negre conseguiu desenvolver um motor que pode ser convertido em um dos maiores avanços tecnológicos deste século. Sua aplicação nos veículos CAT´s, faz com que estes adquirem grandes vantagens tanto em seu custo econômico, como no meio ambiente. Com a incorporação da bi-energia (ar comprimido + combustivel) os veículos CAT´s aumentaram a sua autonomia cerca dos 2.000km, com uma contaminação nula em cidades e muito reduzida fora da área urbana.
Por sua vez, as aplicaçoes do motor MDI a outras áreas fora do setor automobilístico, abrem múltiplas possiblidades em campos como o náutico, geradores, motores auxiliares, grupos elétricos, etc... O ar comprimido é um novo setor energético que permite, de forma viável, a acumulaçao e o transporte de energia.
MDI está muito perto de iniciar a produçao em série de motores e veículos. Se financia com a venda e cessoes de licenças de fabricação de suas patentes em todo o mundo.



Video sobre as tecnologias de carros movidos da ar comprimido e seus motores.
Primeiro são mostrados os carros do Guy Negre e seu motor a pistão. 
Depois o motor rotativo do Angelo Di Pietro .
Parece INACREDITÁVEL, mas novo carro MOVIDO A AR (comprimido) pode começar a circular!
A Tata Motors, líder no mercado automobilístico indiano e gigante industrial que se encontra em constante expansão global, promete lançar j um modelo de carro que deve repercutir ainda mais que o Nano, que pôs à venda em 2009 com a alcunha de “O Carro do Povo” – por seu valor baixíssimo (o equivalente a  4,240 reais).
Batizada Mini CAT, a nova aposta do ousado fabricante asiático – que em 2008 adquiriu nada menos que a duas marcas extraordinárias e tradicionais, como Jaguar e a Land Rover, junto à Ford – é constituída por um chassi tubular e corpo de fibra de vidro, ao qual se agrega um revolucionário motor que dispensa gasolina, diesel, gás ou eletricidade.
Funciona apenas com a ajuda do mais disponível dos propelentes: o ar.
A tecnologia, desenvolvida pelo inventor e ex-engenheiro de Fórmula 1 francês Guy Nègre e a empresa MDI, de Luxemburgo, emprega ar comprimido para empurrar os pistões do motor do carrinho.
Todas as funções elétricas do automóvel são controladas por um microprocessador, enquanto um pequeno transmissor de rádio envia instruções a todos os outros (poucos) dispositivos.
No Mini Cat, tudo se (re)aproveita: com temperatura rondando os 15 graus abaixo de zero, o ar limpo expelido pelo tubo de escape é reutilizado pelo sistema interno de ar condicionado, o que evita o consumo de gases ou a perda de energia.
Não são necessárias chaves, apenas um cartão de acesso “lido” pelo veículo mesmo que esteja, por exemplo, dentro de uma bolsa.
Segundo os engenheiros responsáveis, circular em um Mini Cat custa menos de 50 rúpias (a moeda indiana) por 100 quilômetros rodados, ou seja, cerca de um décimo do custo de um carro movido a gás natural aproximadamente 1 dólar para cada 100 quilômetros).
O carro desempenha uma velocidade máxima de 105 quilômetros por hora rende algo como 300 km percorridos a cada reabastecimento.
Para recarregá-lo, basta ir a um dos postos de combustível que estejam munidos de compressores de ar especiais.
O processo todo dura entre dois e três minutos, a um custo de cerca de 100 rúpias (3,60 reais).
É possível também reabastecer em casa ou dispor de compressor elétrico a bordo.
Neste caso, a carga demora de 3 a 4 horas para ser completa.
A empresa indiana Tata Motors vai lançar um veículo chamado Airpod que se move usando ar comprimido.
Não.
O carro não se move através de um jato de ar que o empurra para frente.
Na verdade, ele é equipado com motores pneumáticos que utilizam ar pressurizado para conduzir pistões.
A idéia é bastante ecológica, já que não se utiliza de nenhum combustível que fere o meio ambiente.
 Também é muito interessante do ponto de vista financeiro: seu tanque pode armazenar 175 litros de ar (que um motorista pode abastecer em um posto especializado ou através da ativação de um motor elétrico a bordo que suga o ar), coisa que custa apenas um euro (cerca de R$ 2,50, no câmbio atual), e dura cerca de 200 quilômetros.
 A desvantagem?
Bom, nem todo mundo aprecia a aparência do carro.
Seguindo a tendência dos SmartCar, ele é bem pequeno e parece um inseto, o que alguns acham fofo, e outros acham indecente.
Além disso, dentro do veículo só cabem três pessoas, e uma delas fica de costas, o que não parece muito amigável.
Por fim, parece que o Airpod ainda não é muito estável (o que seria desejável em estradas mais “conturbadas”).
A tecnologia de ar comprimido para mover carros não é uma idéia nova: tem sido experimentada desde pelo menos 1840, quando os franceses Andraud e Tessie testaram um veículo do tipo em uma trilha.
Porém, só agora uma gigante do setor automobilístico resolveu levar o conceito a cabo.
A Tata Motors está utilizando motores da empresa MDI, de Luxemburgo, que pesquisa e desenvolve ferramentas com tecnologia de automação do ar por mais de duas décadas.
A companhia comprou os direitos da MDI na Índia há cinco anos, mas o projeto se mostrou mais complicado do que o esperado.
Enfim,  a Tata Motors anunciou que havia concluído a “primeira fase” do AirPod com sucesso, testando os motores em dois veículos.
O carro está agora na fase 2 de teste, para polir a tecnologia, antes de um lançamento comercial.
O Airpod parece alcançar 64 km/h e ainda não tem preço definido. Feio ou não, zero poluição e R$ 1,25 por 100 km são argumentos mais do que suficientes para garantir seu sucesso de venda.


Leia mais em.:  http://www.mdi.lu/english/concept.php

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